domingo, 9 de fevereiro de 2014

América





O mundo e seu campo de batalha. Ai daquele que não multiplicar sua dracma.
Um tempo atrás foi me dito, ” - que nem sempre se vence!”. Na ocasião recebi como afronta, esta certo, há veracidade no alerta.
Da alegria que sinto num instante, noutros, me vejo desabar e fico oscilando entre conspirações, paixões, desilusões, um copo de cerveja e para piorar a situação o reconhecimento da total incapacidade de lidar com a verba que cada vez mais me chega mirrada.
Lidar com tudo isso não é fácil, mas o enunciado já deixou claro... “ multiplique a dracma!...”
Será que essa é a única forma? Há vencedores nesse jogo, e ao que venceu recebeu como resposta: “ - soube driblar as poucas saídas (...)“
Tive por companhia por um bom tempo a ideia da morte. Não que eu quisera me matar, de forma alguma, mas por uns bons par de dias ela me fez companhia. Acordava e estranhava, chegando a balbuciar: – ainda estou viva!
Minha escolha é sempre sorrir. Dia desses permiti ao som de Ventura Highway
deixar a lagrima cair. Deixei sim, fez bem e além da viagem de costume ouvindo a música, dei espaço ao devaneio e mergulhei de cara na letra. Muitos tem a tristeza, a solidão como companhia. E não adianta, sua agenda lotadíssima, em volta vários amigos, porque sozinho ela vai te cutucar, só para te lembrar que nunca te abandonará. Por isso aprendi a tê-la como uma boa amiga que vem me preparando a cada dia a lidar com as coisas da vida. Já notaram como a solidão ou tristeza fala pra porra! Cozinha tua mente com tantos argumentos e possibilidades, que se lá fora você se ferrar, o problema é só seu, pois a lição de casa junto a você foi prontamente passada.
Quanto a essa tristeza sem jeito, que incomoda e aperta no peito, talvez, acho eu, só nos livraremos quando a essa estrada não precisarmos mais voltar.








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